"Não está morto o que eternamente jaz inanimado, e em estranhas realidades até a morte pode morrer." H.P LoveCraft
domingo, 2 de outubro de 2011
Imanente poesia
Em homenagem ao nome do meu blog e de como essa sina maldita se apodera de mim e de todos os poetas.
sábado, 24 de setembro de 2011
Mensagem subliminar parte 2
Penso em cada verso como único
Ah! Forma tão magnânima da insanidade.
Rogo essa estrofe de maneira serena,
Ah! Como um suspiro pedindo por piedade,
Traumatizado pelos resquícios daquela cena
Idolatrando os pedaços de um cadáver moribundo!
Ah! Forma tão magnânima da insanidade.
Rogo essa estrofe de maneira serena,
Ah! Como um suspiro pedindo por piedade,
Traumatizado pelos resquícios daquela cena
Idolatrando os pedaços de um cadáver moribundo!
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Ragnarok
Ragnarok
Com o céu em estado caótico e em fúria
Observava o fim de todos os deuses,
Batalha tão horrenda trouxe vil lamúria,
Tocando minha 'lma como um acorde grave.
Bestas e monstros criaturas de meus sonhos
Réstias de minhas visões, de falso profeta,
Que golpeava minha mente como um espinho,
E lançava-me ao profundo abismo de Creta!
Nos confins de todo mundo urgia o mal,
Seres dos meus pesadelos rasgavam o céu,
Trazendo os deuses a seu eterno descanso.
Todo mal que urgia, nesse mundo fúnebre,
Ragnarok, o grande apocalipse, o colosso!
Todo mal, havia em versos da mente insalubre.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Mulher sem nome
Mulher sem nome
Ardente como o seu intenso sonho,
Louca e sóbria como a paixão
Raios dos frutos de minha ilusão.
Esquenta-me o corpo como o vinho,
Arde me a alma qual fogo do inferno,
Enlouquecendo-me aos poucos.
Berros e gritos deixara-me rouco,
Sou um poeta suburbano, moderno!
Más-línguas dizem do modernismo,
Da nova era, poeta do romantismo!
Amaldiçoado, ó, alma sem sorte.
Sou corrompido pelo meu organismo,
Que sub julga todo o meu idealismo.
Oh! É tão bela e astuta, louca mulher!
Ardente como o seu intenso sonho,
Louca e sóbria como a paixão
Raios dos frutos de minha ilusão.
Esquenta-me o corpo como o vinho,
Arde me a alma qual fogo do inferno,
Enlouquecendo-me aos poucos.
Berros e gritos deixara-me rouco,
Sou um poeta suburbano, moderno!
Más-línguas dizem do modernismo,
Da nova era, poeta do romantismo!
Amaldiçoado, ó, alma sem sorte.
Sou corrompido pelo meu organismo,
Que sub julga todo o meu idealismo.
Oh! É tão bela e astuta, louca mulher!
Mensagem subliminares
Bailarina irônica, rainha do tempo,
Razão de toda minha insanidade.
Um verme louco qual infeliz édipo,
Nasceu no meu peito, em uma ilusão.
Adentrando, com vigor ao coração!
Razão de toda minha insanidade.
Um verme louco qual infeliz édipo,
Nasceu no meu peito, em uma ilusão.
Adentrando, com vigor ao coração!
"Bela em suas longas e soturnas vestes,
Rouba-me a alma com cósmicos olhares.
Ultrapassa em seu ardor seres celestes,
Não há de existir tal beleza nem nos mares,
A morte, por fim, é seu nome, pois por ela morri."
Ericson willians
Ericson willians
Nublado
Nublado
Conjugue perpétua, assombra-me
Ontem e hoje com a solidão,
Num tempo tão negro, a atormenta-me.
Tortura-me com essa ilusão!
Ouvia sussurrar vultos na neblina,
Pútridos de tanto sofrimento e dor
Agonizando seus pecados na surdina,
Resto de seus medos, extremo horror!
Ah! Que tempo vil e cruel
Mergulhando no obscuro breu,
Os mil destroços de um poeta ateu.
Ritmando pelo que esconde o céu,
Temi o destino vendo-me perdido
E sob a neblina, como herege esquecido!
Conjugue perpétua, assombra-me
Ontem e hoje com a solidão,
Num tempo tão negro, a atormenta-me.
Tortura-me com essa ilusão!
Ouvia sussurrar vultos na neblina,
Pútridos de tanto sofrimento e dor
Agonizando seus pecados na surdina,
Resto de seus medos, extremo horror!
Ah! Que tempo vil e cruel
Mergulhando no obscuro breu,
Os mil destroços de um poeta ateu.
Ritmando pelo que esconde o céu,
Temi o destino vendo-me perdido
E sob a neblina, como herege esquecido!
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Transtorno Bipolar
Más-línguas crucificam o meu nome,
Cuspindo réstias em forma de câncer
Mil línguas na minha mente ao maldizer,
Enfurecendo-me os nervos, vil síndrome!
Procuro pelo leve cálice da morte,
Em busca da perdida razão ancestral,
Em toda uma dança cósmica universal.
Fazendo-me ranger todos os dentes,
Ando enlouquecido à procura da cura,
Escravizado por um amontoado de vozes
Clamo em preces ver suas faces, malditos!
Gritos: - Doente, louco... Ambos após as doze
Tencionam-me ao suicídio, vultos pervertidos
Obsessivos, maquiavélicos, demonios de rua!
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Um desejo
Um desejo
Pobre alma de criança que vaga,
Numa profunda escuridão
No segundo do breu, na solidão
Causando-lhe profundas chagas.
Ingênuo, chorando umas lágrimas
De sangue, de dor e de esperança.
Assombra-me a vida de lembranças
Abalada pelo ponto máximo: o clímax!
Causando me angústia pelo frio aço,
Do punhal cravado em meu peito!
No chão já sussurravam a mim a morte.
Ah! Maldita ironia do destino e acaso
Desejo infeliz, que pôs me neste leito
Num maldito golpe de má sorte.
sábado, 20 de agosto de 2011
Por do sol
Por do sol
Bela e magnífica, aquela visão!
Que fugiu ao brilho do crepúsculo
Do sol, perdurando a ilusão.
Seu corpo que jazia sob o túmulo
O céu, sangrando um vermelho rubro
Magnânimo, emoções que pulsavam
E no pobre coração, todas ecoavam,
Em forma de alucinações e delírios!
Estrela divina, centro da via láctea.
Nasce e morre por todos os dias!
Vejo em você, o que a morte oculta
A mesma beleza das azáleas.
Que iluminam pâtanos e trevas,
O fim mais belo, nobre estrela maldita!
Bela e magnífica, aquela visão!
Que fugiu ao brilho do crepúsculo
Do sol, perdurando a ilusão.
Seu corpo que jazia sob o túmulo
O céu, sangrando um vermelho rubro
Magnânimo, emoções que pulsavam
E no pobre coração, todas ecoavam,
Em forma de alucinações e delírios!
Estrela divina, centro da via láctea.
Nasce e morre por todos os dias!
Vejo em você, o que a morte oculta
A mesma beleza das azáleas.
Que iluminam pâtanos e trevas,
O fim mais belo, nobre estrela maldita!
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Um último soneto( antes da morte)
Um último soneto
Iminente e tão hipócritas palavras
Gritava com ódio aos sete ventos
Numa espessa neblina de vil aspecto,
Fazendo-me de sua vontade escrava!
Vislumbrei a sua face na penumbra
Algoz e astuta, ali ocultava-se
Observando meu corpo que adormece
Encoberto por um vermelho, de cor rubra
Oh! Minha morta 'lma que do corpo fugiu
Adentre em seu eterno descanso
Pois na sua lápide jazia um último soneto
Leve e perfumado qual brisa primaveril
Orvalhava do aluminado paraíso
Um distante e ungido lar secreto
Iminente e tão hipócritas palavras
Gritava com ódio aos sete ventos
Numa espessa neblina de vil aspecto,
Fazendo-me de sua vontade escrava!
Vislumbrei a sua face na penumbra
Algoz e astuta, ali ocultava-se
Observando meu corpo que adormece
Encoberto por um vermelho, de cor rubra
Oh! Minha morta 'lma que do corpo fugiu
Adentre em seu eterno descanso
Pois na sua lápide jazia um último soneto
Leve e perfumado qual brisa primaveril
Orvalhava do aluminado paraíso
Um distante e ungido lar secreto
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
A carta de suicídio
A carta de suicídio
Qual pobre e ingênuo poeta,
Chorando e amando os sentimentos
Que me é um insaciável alimento.
Como de tantos vermes e parasitas!
Menosprezados, de forma horrenda.
Por vil raça, que julga-se mais sábia
Iníquos, selvagens o mundo regia!
Destruindo bela magia, tão plena!
Escrevendo do meu peito pulsante.
Palavras que meu cérebro sussurrava,
Verso que em minha garganta entalava
Descritos em tanto ardor, fez-me ofegante!
Meu último verso que aqui nascia,
Adoecido desta massa cinzenta.
Palavras tristes, incertas e inconceptas
Enquanto meu corpo e morta 'lma ali jazia!
Qual pobre e ingênuo poeta,
Chorando e amando os sentimentos
Que me é um insaciável alimento.
Como de tantos vermes e parasitas!
Menosprezados, de forma horrenda.
Por vil raça, que julga-se mais sábia
Iníquos, selvagens o mundo regia!
Destruindo bela magia, tão plena!
Escrevendo do meu peito pulsante.
Palavras que meu cérebro sussurrava,
Verso que em minha garganta entalava
Descritos em tanto ardor, fez-me ofegante!
Meu último verso que aqui nascia,
Adoecido desta massa cinzenta.
Palavras tristes, incertas e inconceptas
Enquanto meu corpo e morta 'lma ali jazia!
domingo, 31 de julho de 2011
Poesia para morte
Poesia para morte
Que mal toda esta terra conjurou
Podia se ver no fúnebre semblante.
Refletindo o meu ser arrogante
Neste vil mundo que se, mortificou!
Via-se o caos e todo esse mal
Que emergia das profundezas,
Motivando minhas incertezas?
Nessa escuridão universal!
Por todos os lados, nada havia!
Humanos com sua ganancia cega
Tão insaciável quanto as trevas?
Assombrando-me com minhas fobias.
Poetizei com a noite a me aluminar.
Qual mort' alma ao se leito eterno
Atormentada pelo céptico inferno,
Ao fim eterno que vem contemplar.
sábado, 30 de julho de 2011
Sons do inferno
Sons do Inferno
Praguejava algo à meu ser incosciente
Sons, gritos de puro sofrimento
Podia ouvir das almas, tantos lamentos
Arrastar das correntes, ecos estridentes
Do Iminente e profundo portal cósmico
Havia tudo submerso e nada emerso
Absorvido em um disconexo, universo
Deconhecidos por todos os cléricos,
Milhões de uivos e gemido de dores
Almas tortuaradas sem nenhum escrúpulo
Nada igual tinha ouvido, o mundo dividia
Perdurando versos, medos e temores
Dos poetas que jaziam em seus túmulos
Maldição qual vil e santa bíblia descrevia!
Praguejava algo à meu ser incosciente
Sons, gritos de puro sofrimento
Podia ouvir das almas, tantos lamentos
Arrastar das correntes, ecos estridentes
Do Iminente e profundo portal cósmico
Havia tudo submerso e nada emerso
Absorvido em um disconexo, universo
Deconhecidos por todos os cléricos,
Milhões de uivos e gemido de dores
Almas tortuaradas sem nenhum escrúpulo
Nada igual tinha ouvido, o mundo dividia
Perdurando versos, medos e temores
Dos poetas que jaziam em seus túmulos
Maldição qual vil e santa bíblia descrevia!
Antigo mal, a mim consumia
Antigo mal, a mim consumia
Ao véu do maldito tempo que rugiu.
Parando o meu enfermo coração,
Que em versos clamava por perdão!
Em lágrimas e tormentos me consumiu
Mal eterno que no tempo perdura
Tão infinito, e antigo como a morte
Única conhecedora do profundo Hades
Lançando sobre meu peito a única cura
Somente uma cura para esta aflição
Que embaralha-me a garganta
Matando-me lentamente como o câncer
Por dentro corrói-me com está maldição
É tão linda, cruel, nobre e astuta
Um maldito céu e inferno que insisto reaver
sábado, 23 de julho de 2011
Incontrolável besta
Incontrolável besta
Surgiu do negro e profundo abismo,
Que por quilômetros rasgava o chão
Por onde escapava a escuridão.
E perfurava os bilhões de organismos
Demônio que urgiu dos confins
Tão longe e desconhecidos da terra
E sustentou cruel fúria por eras!
Aguardando o seu retorno e o fim
Qual fim diria?Oh! víbora maldita
Fim da beleza e de todo o caos
Nascidos nesta morta época
Travando a santa guerra discrita
Por terra imunda em pretensão
Manchada com está temível marca
Desculpem os erros obrigado. Estou sem tempo.
Surgiu do negro e profundo abismo,
Que por quilômetros rasgava o chão
Por onde escapava a escuridão.
E perfurava os bilhões de organismos
Demônio que urgiu dos confins
Tão longe e desconhecidos da terra
E sustentou cruel fúria por eras!
Aguardando o seu retorno e o fim
Qual fim diria?Oh! víbora maldita
Fim da beleza e de todo o caos
Nascidos nesta morta época
Travando a santa guerra discrita
Por terra imunda em pretensão
Manchada com está temível marca
Desculpem os erros obrigado. Estou sem tempo.
Realidade fictícia
Realidade fictícia
Admirava uma beleza oculta
Que se estendia em meus sonhos
Ao fim de intermináveis datas
Em pesadelos tão medonhos
Espantava-me com cruel realidade
Que por toda via era tão infiel
Qual está pútrida realidade
Impregnada por corrupto quartel
Oh! Talvez não seja de todo mal
Essa maldita e nebulosa ficção
Talvez seja apenas uma trama ilícita?
Por quê? Não se dispõe de um manual
Para esta mortuária, maléfica criação!
Que possui toda maldade em si contida!
Desculpe a poesia estar sem métrica, obrigado.
Admirava uma beleza oculta
Que se estendia em meus sonhos
Ao fim de intermináveis datas
Em pesadelos tão medonhos
Espantava-me com cruel realidade
Que por toda via era tão infiel
Qual está pútrida realidade
Impregnada por corrupto quartel
Oh! Talvez não seja de todo mal
Essa maldita e nebulosa ficção
Talvez seja apenas uma trama ilícita?
Por quê? Não se dispõe de um manual
Para esta mortuária, maléfica criação!
Que possui toda maldade em si contida!
Desculpe a poesia estar sem métrica, obrigado.
Idéias de um realista
Idéias de um realista
Como queria escrever com falsidade
Sobre os míseros e falsos amores
Qual a fria lamina de meus temores
Que destroem o coração sem piedade
Mil questões embaralham-me a cabeça
Tentando responder mil incógnitas!
Dos mistérios da vida, infinita?
Aguardando a carta posta à mesa.
Para desembrulhar-me o intestino
E regurgitando questões indefinidas
Ah!Como eu queria vis repostas
Mesmo sendo tão temente ao destino
Almejo ser sábio do desconhecido
Do amor, essa música bem composta!
Desculpem a métrica não está perfeita desculpem os erros, obrigado.
Como queria escrever com falsidade
Sobre os míseros e falsos amores
Qual a fria lamina de meus temores
Que destroem o coração sem piedade
Mil questões embaralham-me a cabeça
Tentando responder mil incógnitas!
Dos mistérios da vida, infinita?
Aguardando a carta posta à mesa.
Para desembrulhar-me o intestino
E regurgitando questões indefinidas
Ah!Como eu queria vis repostas
Mesmo sendo tão temente ao destino
Almejo ser sábio do desconhecido
Do amor, essa música bem composta!
Desculpem a métrica não está perfeita desculpem os erros, obrigado.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Maldição dos versos
Maldição dos versos
Sombras sentia neste cemitério
Todas! Minha magia a ser drenada
Deixando-me em mil chagas ao ser tomada
Cavando meu sepulcro, para os méritos.
Sombras sentia neste cemitério
Todas! Minha magia a ser drenada
Deixando-me em mil chagas ao ser tomada
Cavando meu sepulcro, para os méritos.
Assombrava-me tantos cruéis vultos
Enquanto minh’ alma vil esvaia-se
Este funesto corpo no oculto
Jazia abençoado por sua foice!
Por ali tinha morfético, vil véu
Por onde cruel morte logo urgia
Enegrecida como falso céu!
Aqui jaz minha mente moribunda!
Pútrida com horrenda e vil magia
Tão maldita que a mim foi concedida!
Enquanto minh’ alma vil esvaia-se
Este funesto corpo no oculto
Jazia abençoado por sua foice!
Por ali tinha morfético, vil véu
Por onde cruel morte logo urgia
Enegrecida como falso céu!
Aqui jaz minha mente moribunda!
Pútrida com horrenda e vil magia
Tão maldita que a mim foi concedida!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Abandonada a decadência
Abandonada a decadência
Logo aqui tudo consumia
A morte em sua maldição
A morte em sua maldição
Eterna em noite que urgia
Sofrendo com terrível solidão
Os melódicos acordes soavam
Pela vasta mansão abandonada
Vultos ao breu sussurravam
Sofrendo com terrível solidão
Os melódicos acordes soavam
Pela vasta mansão abandonada
Vultos ao breu sussurravam
Sobre as negras formas arruinadas
Encobriu minhas dores com a morte
Qual um império em decadência!
Encobriu minhas dores com a morte
Qual um império em decadência!
Destruindo tal pura inocência
Do mais tolo poeta adolescente!
Do mais tolo poeta adolescente!
Mestre da morte!
Mestre da morte!
Tive que suplicar as mil estrelas
Logo por onde deus se oculta
Tive que suplicar as mil estrelas
Logo por onde deus se oculta
Ver sua forma tão, gentil e bela!
Com vil capacidade, tão astuta.
Em todas essas preces e pranto
Clamei a mim pela morte, ao coração,
Clamei a mim pela morte, ao coração,
Esperando cobrir-me em vis mantos
Enquanto ali ouvi a extrema unção!
Por quê? Oh! Ser tão nobre, vil demora!
Sussurre-me sua voz, víbora mortal
E acalme minha alma que, aqui chora!
E acalme minha alma que, aqui chora!
Oculto deus mestre da vil morte
Oro por digna e pura benção!
Conceda-me um fim desta ilusão.
Conceda-me um fim desta ilusão.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Os cegos amantes
Os cegos amantes
Nobre lua se põe, a ofuscar o dia
Nobre lua se põe, a ofuscar o dia
Aluminou os tolos e amantes!
Viviam a gozar essa alegria
Perdidos em ocultos, negros montes!
Pulsantes faiscavam como loucos
Movidos pelas doces, vis paixões!
Nasceu digno amor, de tão poucos!
Os fiéis a iníquo, coração.
Noite que mortificou o vil poeta
Com as realidades, vis incertas?
Sua bela musa em formas esbeltas!
Ecoava seu amor, proibido!
Nas longas madrugadas de carícias,
Nessas eternas noites de malícias!
Como poeta deixo aqui para os amantes e seu dia 12 de junho um poema espirado em Romeu e Julieta infelizmente a mais bela e porém trágica história sobre o verdadeiro amor.
Como poeta deixo aqui para os amantes e seu dia 12 de junho um poema espirado em Romeu e Julieta infelizmente a mais bela e porém trágica história sobre o verdadeiro amor.
Mito da Morte
Mito da morte
A lua no noturno céu obscureceu
A lua no noturno céu obscureceu
Sob os pés do maldito deus, Tênebra
Enegreceu minhas feridas pálpebras
Qual a morte se põe, a reis e plebeus!
Qual a morte se põe, a reis e plebeus!
Cruel, vil morte a todos consumiu
Deixando suplicar todas as crenças
Enquanto o cego negro deus urgiu!
Logo me mortifiquei, vil doença.
Deixando suplicar todas as crenças
Enquanto o cego negro deus urgiu!
Logo me mortifiquei, vil doença.
Sob o manto da lua encoberta
Tive as mil visões, do oculto hades!
Tive as mil visões, do oculto hades!
Teorias platônicas? Incertas?
Nobre anjo caído, Oh! Vil morte
Um podre mundo crente na história.
Um podre mundo crente na história.
São mil vermes tementes, em sua glória!
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Chamado das trevas
Chamado das trevas
Demônios contemplaram uma vil era
Que testaram por vários milhões de anos.
Decidiu convocar malditas trevas,
Demônios contemplaram uma vil era
Que testaram por vários milhões de anos.
Decidiu convocar malditas trevas,
Ousando despertar os sete anjos!
Da escuridão urgiu negra besta!
Cruel víbora tinha muitas cabeças
Enfureceu ao soar das trombetas,
Da escuridão urgiu negra besta!
Cruel víbora tinha muitas cabeças
Enfureceu ao soar das trombetas,
Da batalha, descrita em profecias!
Com seus mil encantos, tão profanos!
Ressuscitou os mortos de suas covas
Gargalhou dos humanos, vis decanos!
Ressuscitou os mortos de suas covas
Gargalhou dos humanos, vis decanos!
Conjurou os ritos, todos satânicos!
Cobrindo este mundo na penumbra,
Como todos escritos, contos bíblicos!
domingo, 29 de maio de 2011
Abissais, o oculto
Abissais, o oculto
Cruel ser rancoroso, em vil fúria!
Dominado por essa mortuária lua
Que me fez aspirar, negra luxúria
Veio calar maldita voz perpétua!
Cruel ser rancoroso, em vil fúria!
Dominado por essa mortuária lua
Que me fez aspirar, negra luxúria
Veio calar maldita voz perpétua!
Senti obscurecendo minh’ alma
Banhando nestas negras, varias fases!
Vendo-me naufragar, sob águas calmas,
Fazendo-me afogar-me em brutais frases!
Demônios dos mares vieram sedentos!
Todos enlouquecidos, sem virtudes!
Infames, seres pútridos, violentos!
Todos enlouquecidos, sem virtudes!
Infames, seres pútridos, violentos!
Querendo sufocar-me com serpentes.
Centenas de vis gritos, almas sem atitude
Loucas por um pavor, mais que iminente!
Loucas por um pavor, mais que iminente!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Enganado
Enganado
Meu enfermo futuro vi, jazias!
Meu enfermo futuro vi, jazias!
Sem fluxo de uma pobre esperança
Sob um amor platônico, não há um ás.
Sob um amor platônico, não há um ás.
Que fez acreditar como criança.
Mortificou ingênua ficção
Vil morte destruiu esta feliz,
Prece qual carece, de ilusão.
Para vim me curar, mil cicatriz!
Minh’ alma em choro, descomunais
A amortalhar-me, em secas lágrimas,
A amortalhar-me, em secas lágrimas,
Traiu-me de formas vis, colossais!
Erguendo logo contra mim uma última,
Terrível alusão, tão solitário,
Sofrerei deste sonho lendário!
domingo, 15 de maio de 2011
Teatro dos horrores
Teatro dos horrores
Milhares de mortos vivos rasgaram a cova
Os amaldiçoados, as perdidas almas,
Eles se foram, por negras chamas!
Todos que jaziam sobre mil rosas.
Vi corpos sem túmulos
Mortos por suas carreiras
Todos ocultos, em trincheiras!
Enterrados neste maldito sepulcro.
Loucos sacrificaram, eles saciaram-se,
Levaram ao iminente, apocalipse,
Guerras travaram o último eclipse!
Centenas de negras formas, perdidas!
Vis, esquecidos, contos tão macabros,
Foram efetivos, descalabros,
Deixaram fétidos odores, espalhados!
Dos vários cadáveres, entulhados,
Naufragaram belo mundo
Sucumbira a maior parte.
Deuses, desta apocalíptica arte!
sábado, 14 de maio de 2011
Apaixonado
O apaixonado
Pairando sob eterno, negro túmulo
surdo eu ouvia vultos, mil sussurros
Que me enfurecia, com seu murmúrio,
Pairando sob eterno, negro túmulo
surdo eu ouvia vultos, mil sussurros
Que me enfurecia, com seu murmúrio,
Fez me desejar sonhos: sem escrúpulo!
Esvaiu a esperança suja, mórbida,
Aquém eu vim clamar, ardente beijo,
Iníqua e vil maldita, morta vida
Absorto em impuros, mil desejos.
Absorto em impuros, mil desejos.
Toquei perfeita pele d’ marfim,
Supliquei estes doces quentes lábios,
Esperando fatídico, cruel fim.
Romance fadado pelos sábios,
Vivendo todas as noites indecentes!
Qual este puro amor se via poente.
Qual este puro amor se via poente.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Visão distorcida, vulgo inferno(Soneto)
Visão distorcida, Vulgo inferno!
Nessa noite mais fria, dolorosa!
Nessa noite mais fria, dolorosa!
Estava desmaiado em demência,
Senti muitos a chorar, vil decadência.
Senti malditas forças, tenebrosas.
Demônios qual, muito a perturbar.
Enquanto vários anjos exilavam-me,
Os amaldiçoados, a me levar,
Qual perdido inferno sufocava-me!
Falsas lágrimas em todos escorriam,
Encharcou meu funesto corpo pálido.
Enquanto muito poucos que sofriam!
Meu pútrido espírito, perdido,
Em inferno de real conjectura!
Qual sangrei sob terrível amargura.
Aprendiz do Amor
Aprendiz do amor
Proseei com um velho e louco, mas sábio,
Qual sobre o amor ele havia ensinando
Lembrei-me que sorria cantarolando
As canções ensinadas por um árabe.
Lembrei-me que sorria cantarolando
As canções ensinadas por um árabe.
Lembro extasiado, tal talento
Que vinha dissertar as dores,
Que vinha dissertar as dores,
De nobres esculturas, isentos
Observando os ardentes, mil amores.
Observando os ardentes, mil amores.
Sóbrio Poetizava seus contos
estúpido e humano, vil perdido
Seus loucos desejos renascido
Seus doentios prazeres são carnais.
estúpido e humano, vil perdido
Seus loucos desejos renascido
Seus doentios prazeres são carnais.
Sábio das corridas e vis horas
O impiedoso amor lhe rejeitara
O impiedoso amor lhe rejeitara
Louco que esculpia um sonho sofrido
Dos Singelos amores proibidos.
Dos Singelos amores proibidos.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Acordado
Acordado
Deitei-me no exímio carvalho
Esperando meu sono vil, urgir
Vendo doces sonhos indo partir
Sentindo esse vento do orvalho.
Esperando meu sono vil, urgir
Vendo doces sonhos indo partir
Sentindo esse vento do orvalho.
Nestas, mil negras noites estreladas
Estas jamais luziram novamente
Manchadas em teu sangue, estas velas
Malditas a ocultar-me a todo sempre.
Estas jamais luziram novamente
Manchadas em teu sangue, estas velas
Malditas a ocultar-me a todo sempre.
Fétido, acorrentado em uma cruz
A qual crucificaram o bom Jesus,
A qual crucificaram o bom Jesus,
Chorei várias lágrimas, de sangue.
Essas que escorriam a meus pés.
Descia deste obscuro, cruel mangue.
Que vinha irrigar os pesadelos
algoz aniquilou o mudo singelo
Sem um só descanso, para fé.
algoz aniquilou o mudo singelo
Sem um só descanso, para fé.
Assinar:
Postagens (Atom)



.jpg)

